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Elementais - Continuação




Outras definições:

Os antigos Rosacruzes denominavam as entidades elementais, aquelas que habitavam determinados sub-planos do Astral correspondentes a um dos elementos míticos: Fogo, Água, Ar, Terra.

Na Espiritismo existem doutrinadores que consideram os elementais seres não-humanos que habitam o astral e são classificados como Espíritos elementais ou elementos da natureza, divididos, desde a antiguidade, de acordo com os elementos: gnomos, da terra (os hindus os dizem chefiados por Kchiti); ondinas, da água (chefiados do Varuna); silfos, do ar chefiados por Pavana ou Vâyu); e salamandras, do fogo (chefiados por Agni). Outros ainda são citados: fadas, duendes, sátiros, faunos, silvanos, elfos, anões, etc.

Embora possuam forças psíquicas, estas não se desenvolveram, ainda, como “Espíritos” (Individualidades) e por isso só possuem (como os animais) o raciocínio concreto, não utilizando ainda a palavra como meio de expressão de seus pensamentos. Manifestam-se muito nas sessões de umbanda e quimbanda, e podem obedecer a ordens de criaturas treinadas (boas ou más), para operar o bem ou o mal, que ainda não distinguem. A responsabilidade, pois, recai toda sobre os que emitem as ordens.

Elementais X Devas:

Enquanto realizava a pesquisa para este texto, constatei que as fontes divergiam sobre as denominações Elementais e Devas. Na maioria dos casos, estes dois termos são tratados com o mesmo significado, ou seja, definem (a grosso modo) os seres que representam os quatro elementos.

No entanto, existem fontes que consideram os Elementais como tipos (inferiores) de Devas intimamente ligados e integrados à natureza, trabalhando nela sem questionar. Não são bons nem maus, mas podem ser manipulados pelos humanos para finalidades boas ou ruins. Em um certo ponto de evolução, eles se individualizam, e podem ser confundidos com anjos, ou fadas. Em um certo estado de consciência, algumas pessoas podem vê-los. Podem se apresentar como gnomos, duendes, fadas, sereias, sílfides, etc.

Outras fontes consideram Devas ou Anjos de evolução superiores à do homem e que, por isso, não mais revestirão forma física, só podendo descer até o plano astral. São os mestres ou chefes dos elementos, os “senhores” do karma, os elementos intermediários, no astral, entre as criaturas e os Grandes Seres a quem prestam obediência total. O Novo Testamento enumera-os assim: anjos, arcanjos, tronos, virtudes, dominações, poderes e principados; no Antigo Testamento encontramos duas classes: Querubins e Serafins.


Elementais e diversidade cultural:

No tocante à diversidade cultural, é importante ressaltar que os povos adaptaram os elementais às suas peculiaridades tradicionais, surgindo, dessa forma, várias denominações e interpretações sobre estas entidades.

O folclore de todos os povos e de todos os tempos mencionam esses seres sob diversos nomes: Gnomos, Silfos, Salamandras, Ondinas, Fadas, Gigantes, Ogres, Anjos, Demônios, etc. As peculiaridades culturais das diversas nações humanas produzem modificações na maneira ou no aspecto com que as espécies vivas dos planos sutis se manifestam à imaginação das crianças, dos visionários, ou dos artistas dessas nações. Aquilo que os escandinavos chamam de “troll”, por exemplo, é o mesmo tipo de entidade que os alemães chamam de “ogres”, os franceses de “gigantes”, os árabes de “afrid”, os indígenas brasileiros de “curupira”, e os antigos escravos nas senzalas chamavam de “sacis”; fazem parte daquele tipo de entidade que o moderno candomblé denomina de “exús”.
Povos antigos, como os Gregos, Egípcios, Chineses, Indianos, acreditaram na existência de sátiros, duendes, fadas, demônios. Seus mares eram povoados de sereias; os rios e fontes abrigavam ninfas; fadas no ar; Lares e Penates no fogo, faunos, dríades e hamadríades na terra. Os Espíritos da Natureza eram tidos em alta conta e rituais propiciatórios eram oferecidos a eles. Ocasionalmente, como resultado de condições atmosféricas ou pela sensibilidade especial de um devoto, podiam tornar-se visíveis. Vários estudiosos acham que muitos dos deuses pagãos foram/eram Elementais.
Os gregos davam o nome de dæmon a alguns desses elementais, especialmente de ordens superiores e estes, eram venerados. Daí surgiu o termo ”demônio”, que até hoje é desvirtuado pelas igrejas, para evitar que os seus fiéis, larguem o Seu Deus e “adorem” a um “Deus Pagão”. Existem ainda, inúmeras denominações folclóricas, que se forem esmiuçadas, deixarão o texto alongado demais.

Considerações:


De início o texto pode não ser tão agradável aos leitores, em virtude de possuir referências a outros textos e/ou autores.

Acontece que um texto introdutório como este, inicialmente deve ser baseado em textos de estudiosos, doutrinadores e outros experts sobre o assunto, para que nos textos seguintes não apareçam dúvidas sobre terminologias, definições ou sobre o próprio tema em si.

Espero finalmente, que apesar do texto um tanto “maçante”, que tenham gostado dessa introdução “incrementada” com algumas opiniões e interpretações pessoais.



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