João Paulo Cunha foi absolvido pela Câmara. Só faltam ser votados os processos de 4 deputados menos conhecidos. Dos 19 acusados, só 3 foram cassados.
A CPI dos Correios terminou. Lula ficou isento de culpa. Vários nomes esquisitos foram retirados da lista de indiciados quando faltavam poucos minutos para a votação do texto final da investigação. É um escárnio: a CPI durou 9 meses, mas o relatório foi votado sem que os deputados e senadores conhecessem exatamente o que estavam aprovando. No momento em que este post era redigido não havia no site do Senado o texto para leitura...
E daí? Daí nada. Indignação à parte, não se observa ninguém no Largo 13, em São Paulo, nem na Cinelândia, no Rio, clamando por Justiça.
É verdade que ainda há a CPI dos Bingos (ou do "fim do mundo"). Há o caseirogate que torrou Antonio Palocci. Há também uma lista comprida de casos que "estão para estourar". Mas tudo isso é imponderável.
O que é concreto é o fim da CPI dos Correios (a mais ardida para o Planalto) e o quase final das votações de processos de mensaleiros.
Sem essa parafernália toda, a oposição e o governo vão debater agora no plano político. Lula já colocou ontem seu ministro do Trabalho trombeteando o salário mínimo de R$ 350 em rede nacional de TV. O presidente apareceu nos telejornais falando sobre clorofila (!!!) com o astronauta brasileiro. Daqui a pouco será veiculada a campanha comercial de R$ 32 milhões da Petrobras sobre a independência petrolífera do Brasil. No meio de tudo, a oposição terá de encontrar seu espaço –até porque os holofotes da principal CPI já estão apagados.
Mais informações aqui.
A CPI dos Correios terminou. Lula ficou isento de culpa. Vários nomes esquisitos foram retirados da lista de indiciados quando faltavam poucos minutos para a votação do texto final da investigação. É um escárnio: a CPI durou 9 meses, mas o relatório foi votado sem que os deputados e senadores conhecessem exatamente o que estavam aprovando. No momento em que este post era redigido não havia no site do Senado o texto para leitura...
E daí? Daí nada. Indignação à parte, não se observa ninguém no Largo 13, em São Paulo, nem na Cinelândia, no Rio, clamando por Justiça.
É verdade que ainda há a CPI dos Bingos (ou do "fim do mundo"). Há o caseirogate que torrou Antonio Palocci. Há também uma lista comprida de casos que "estão para estourar". Mas tudo isso é imponderável.
O que é concreto é o fim da CPI dos Correios (a mais ardida para o Planalto) e o quase final das votações de processos de mensaleiros.
Sem essa parafernália toda, a oposição e o governo vão debater agora no plano político. Lula já colocou ontem seu ministro do Trabalho trombeteando o salário mínimo de R$ 350 em rede nacional de TV. O presidente apareceu nos telejornais falando sobre clorofila (!!!) com o astronauta brasileiro. Daqui a pouco será veiculada a campanha comercial de R$ 32 milhões da Petrobras sobre a independência petrolífera do Brasil. No meio de tudo, a oposição terá de encontrar seu espaço –até porque os holofotes da principal CPI já estão apagados.
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