Impressiona-me a imensa disponibilidade de livros que abusam da negatividade como recurso literário. Presos a fórmulas de sucesso, os autores não conseguem se desvencilhar de um assassinato na primeira página, ou de personagens maquiavélicos ou sem caráter. O absurdo atinge também os novos heróis, que para vingar a morte de um filho (ou de uma boazuda que ia para a cama com ele) assassina mais gente que o próprio vilão da história. Contos para crianças ou adolescentes incluem seres do mal que metem medo no próprio diabo (vide Harry Potter)!
Algum tolo inventou que se trata de preparar os jovens para a dureza da vida, que a realidade é cruel e outras besteiras. Pois eu afirmo que a realidade somos nós que criamos! E a criamos de formas tanto evidentes quanto sutis. Se é verdade que a realidade é dura, repetindo-a apenas reforça e propaga sua existência. Reafirmamos a realidade ao repetirmos padrões de comportamento na televisão, nos jogos eletrônicos, e, principalmente, nos livros.
Se queremos outra realidade (melhor) não deveríamos enfatizá-la para que os jovens (e até os adultos) conheçam esse outro caminho?
Precisamos urgentemente de novos padrões de leitura. Não acredite nem deixe seu filho acreditar que a negatividade é justificável. Favoreça a leitura positiva!
Algum tolo inventou que se trata de preparar os jovens para a dureza da vida, que a realidade é cruel e outras besteiras. Pois eu afirmo que a realidade somos nós que criamos! E a criamos de formas tanto evidentes quanto sutis. Se é verdade que a realidade é dura, repetindo-a apenas reforça e propaga sua existência. Reafirmamos a realidade ao repetirmos padrões de comportamento na televisão, nos jogos eletrônicos, e, principalmente, nos livros.
Se queremos outra realidade (melhor) não deveríamos enfatizá-la para que os jovens (e até os adultos) conheçam esse outro caminho?
Precisamos urgentemente de novos padrões de leitura. Não acredite nem deixe seu filho acreditar que a negatividade é justificável. Favoreça a leitura positiva!
