Craig Ewert tinha 59 e sofria de uma doença neuronal motora que o deixara paralisado. Sem perspectivas quanto ao seu estado de saúde, decidiu pôr termo à vida na Clínica Dignitas em Zurique em 2006 e autorizou que o canal de TV britânico Sky Real Lives filmasse o seu suicídio assistido. A transmissão deste documentário, previsto para a noite de ontem, está a causar acesa polémica no Reino Unido.
De nacionalidade norte-americano mas residente no Reino Unido, Ewert, professor universitário reformado, estava com as pernas e os braços paralisados e mantinha-se vivo graças a um ventilador. A doença que sofria é degenerativa e a maioria dos doentes não sobrevive mais de cinco anos.
Acompanhado da mulher, Mary Ewert, tomou um cocktail de drogas letal preparado na Clínica Dignitas – especializada em suicídio assistido – e accionou com a boca um relógio com temporizador que desactivou a respiração assistida 45 minutos depois.
O Sky Real Lives confiou ao realizador canadiano John Zaritsky, vencedor de um Óscar, a preparação deste documentário, intitulado ‘Direito a Morrer: o Turista Suicida’. O anúncio da sua transmissão acendeu os ânimos no Reino Unido.
De nacionalidade norte-americano mas residente no Reino Unido, Ewert, professor universitário reformado, estava com as pernas e os braços paralisados e mantinha-se vivo graças a um ventilador. A doença que sofria é degenerativa e a maioria dos doentes não sobrevive mais de cinco anos.
Acompanhado da mulher, Mary Ewert, tomou um cocktail de drogas letal preparado na Clínica Dignitas – especializada em suicídio assistido – e accionou com a boca um relógio com temporizador que desactivou a respiração assistida 45 minutos depois.
O Sky Real Lives confiou ao realizador canadiano John Zaritsky, vencedor de um Óscar, a preparação deste documentário, intitulado ‘Direito a Morrer: o Turista Suicida’. O anúncio da sua transmissão acendeu os ânimos no Reino Unido.
